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Escrito por Cibele Vieira às 14h23
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Meu novo Blog

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Escrito por Cibele Vieira às 14h22
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Não tenho a pretenção de ser a única

Não tenho pretenção de ser a última

Mas tenho a pretenção de ser.

 

Cibele Vieira 05/11/04



Escrito por Cibele Vieira às 06h37
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Má e Sé

Bem esses dois moram comigo. A Mazinha é minha irmã e este indivíduo chamado Sergio é o intruso que se adaptou muito bem, tão bem que tá namorando com a Má.

Eu gosto muito deles dois, são eles que evitam que eu “pire” ainda mais porque sempre estão atrapalhando meus estudos, alugando filmes, invadindo meu quarto enquanto eu tô estudando e ficam conversando comigo, às vezes até em agrados como me levando café e perguntando se eu tô com fome. Bem eles cuidam de mim!! Por mais que eu finja que sou eu quem cuida deles...

 



Escrito por Cibele Vieira às 06h42
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Aqueles que pensam sobre a sociedade são aqueles inquietos que procuram entender o processo de significação e com isso compreender o significado atribuído ao mundo pelo ser humano.

Mas essa inquietação não é igual em todos. O processo de valorização não é o mesmo em todos. Podemos entender as relações como relação de poder ou como uma troca, só que o valor atribuído ao que oferecemos e o que recebemos não são os mesmos. Uma pessoa pode dar em troca uma determinada coisa e receber outra e se sentir satisfeita enquanto outra pessoa que oferece e recebe as mesmas coisas não se sentirá assim. Reconhecendo isso as relações de poder podem ser negativas ou positivas conforme a referência de valorização do indivíduo.

Não podemos falar em poder mal distribuído de uma maneira generalizante; para isso teríamos que considerar um sempre mais forte do que o outro, ou seja, um que ganha mais do que o outro. Como generalizar os resultados se a valorização destes resultados não é universal? Ambas as partes podem se sentir mais ganhadoras. Isso, talvez explique alguns casos de "ingratidão", ambas as partes podem sentir que "doaram" mais do que a outra.

Mesmo considerando os diversos campos de luta existentes na sociedade. Quando se atribui a uma determinada camada dentro do seu campo especifico o caráter de camada dominante e a outra de dominada e atribuímos a relação existente dentro dessas como sendo uma relação de luta, não podemos considerar com isso que a camada dominada queira ser a camada dominante. Ser a camada dominante pode ser um estigma para algumas pessoas. A variação da forma do capital possibilita que algumas pessoas não procurem ser dominantes em capital especifico algum. A dominação em qualquer campo pode ser interpretada como maléfica e exploratória. A problemática vai mais além, o valor atribuído a cada capital pode ser diferente. Cada campo especifico possui seus critério de valorização do que lhe é especifico. Considerando uma quantidade de capital valorizada pelo campo como sendo X, uma pessoa pode se sentir feliz com o somatório de seu capital sendo X e uma outra pessoa pode se sentir insatisfeita. Isso porque o valor atribuído ao capital X pela primeira pessoa o multiplica por Y enquanto pela segunda pessoa esse valor é multiplicado por Y/2. Temos como referencia social um valor para o capital, mas cada pessoa não segue exatamente as mesmas referencias de valorização.

Entendemos que as pessoas para serem livre precisam de capital suficiente para ter uma relativa autonomia. Mas a quantidade de capital necessário para isso varia conforme o local. As pessoas de determinadas "classes" atribuem ao mesmo capital valor diferente. Em um grupo de pessoas que não possuem o ensino médio completo, alguém com o nível superior, pode ser considerado dominante (se usarmos como referencia a escolaridade), mas essa mesma pessoa pode ser dominada em um grupo de doutores. Dentro do mesmo campo especifico possuímos com a mesma quantidade de capital, posições diferentes. A mesma pessoa dentro do mesmo campo especifico do capital cultural pode possuir capital suficiente para ser autônoma ou não.



Escrito por Cibele Vieira às 14h27
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EUA aprovam uso de chip de identificação de pacientes

Do tamanho de um grão de arroz, ele será implantado sob a pele. Seu código dá acesso rápido a todos os dados do paciente

Washington - A Administração para Alimentos e Medicamentos (FDA), do governo dos Estados Unidos, aprovou nesta quarta-feira o uso de chips para a identificação eletrônica de pacientes. A empresa Applied Digital Solutions, da Flórida, foi autorizada a lançar no mercado o produto, do tamanho de um grão de arroz, que será implantado sob a pele dos pacientes e permitirá acessar seu histórico médico em poucos minutos.

Os chips contêm uma espécie de código de barras que, ao ser lida eletronicamente por um scanner, expõe informações que vão desde o tipo sanguíneo de seu portador até seus problemas de saúde que requerem maior atenção, bem como dados sobre alergia a determinadas substâncias.

No México, pelo menos mil destes chips já foram implantados, num procedimento que leva menos de 20 minutos por paciente. Os médicos têm acesso ao histórico de tratamentos e internações e os maiores riscos à saúde do usuário.

Além de já ser usado em animais de estimação, para que os donos possam resgatá-los em caso de perda, os chips começaram a ser testados na Europa, em bares e boates. Seus usuários podem simplesmente marcar seu consumo numa conta previamente aberta.

artigo retirado do site: www.estadao.com.br



Escrito por Cibele Vieira às 11h34
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Porque eu quero que comentem:

Eu estou usando esse espaço do blog para “fomentar” discussões. Exponho textos meus para que as pessoas reflitam e possam compartilhar essa reflexão. Os comentários passam a fazer parte do texto, ou melhor, da elaboração de um pensamento. É um espaço para trazer isso para além da academia, qualquer pessoa pode comentar mesmo que seja para perguntar alguma coisa, para discordar, complementar...E também, não precisamos nos preocupar com a elaboração do texto/comentário como se fosse um texto acadêmico.

 

Esse espaço também serve como contato com pessoas que estão distantes e/ou com aquelas que eu tava quase perdendo o contato. Às vezes acontece também, da pessoa ter bastante contato comigo, mas não com as outras pessoas que visitam o blog, e aproveitam para isso.

 

Então comentem é muito legal ter noticias e a opinião de vocês!!!

 

Além de matar minha curiosidade de saber quem é que está acessando meu blog!



Escrito por Cibele Vieira às 12h32
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Respeitando as individualidades – é possível?

Quando conhecemos pessoas construímos subjetivamente um personagem para ela. Quanto mais íntimos ficamos mais acreditamos que essa construção é real.

            Discutindo com as pessoas sobre elas mesmas, por exemplo, naquelas longas discussões de relacionamento ou um simples conselho de amigo,  muitas vezes dizemos coisas que elas não tinham  percebido. A pessoa passa a prestar mais atenção para encontrar aquela “característica” nas suas ações. Muitas vezes ela vai encontrar, e vai passar a acreditar que aquilo realmente faz parte dela. Mesmo quando não nos identificamos com as coisas que a outra pessoa falou elas nos fazem refletir e nesses casos dizemos: não eu não sou assim. Mas isso também é “acrescentado” na representação que temos de nós mesmos.

            Ou seja, todas as vezes que você conversar com uma pessoa sobre ela você provavelmente vai estar “mudando” a maneira que essa pessoa se enxerga. Isso pode ser ruim ou bom... Mesmo aquela postura das pessoas que dizem: “Você é assim, não quero que mude por mim.” (na qual normalmente me incluo) já esta mudando a pessoa.

            Eu acho que a sociedade como um todo “funciona” assim, ou pelo menos grande parte dela. Quando nos identificamos ou não com os programas de televisão, com as músicas, com as regras e com as outras pessoas mesmo que seja só cruzando a rua...

            Em todos esses casos nossa “personalidade” vai mudando, a influência externa ocorre em vários níveis, dependendo do impacto que teve sobre nós.

 

Eu escrevi esse texto hoje, mas a inspiração veio em uma conversa no Freitas a um tempo atrás. Eu tava conversando com a Jú Fratine, Liliane e com o Toninho da minha sala (se eu esqueci alguém foi mal) e comecei a falar essas coisas....foi uma noite bem legal.



Escrito por Cibele Vieira às 13h21
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Eu analisando a sociedade

Não importa qual esfera da sociedade escolhemos para ser dominante no nosso dia-a-dia ela sempre vai nos impor regras de comportamento.

            Mas podemos escolher que conjunto de regras serão determinantes nas nossas ações. O sistema da sociedade pode favorecer a escolha de um ou outro conjunto, mas nós, cientes das conseqüências, escolhemos o conjunto que julgamos mais apropriado. Montamos nosso próprio conjunto de regras ao escolhermos o grau de importância que cada conjunto terá em nossas vidas; escolhemos inclusive que regra especifica seguiremos de cada conjunto.

            Essa escolha é feita a partir do sentido que cada individuo atribui a cada regra. Subjetivamente escolhemos quais regras julgamos resultarem em mais benéfico com menor custo. Mas é preciso considerar que esse calculo é especulátorio e abrange todas as esferas da subjetividade e da sociedade. Isso pode resultar em escolhas bem diferentes umas das outras, as vezes pode-se buscar o sofrimento as vezes a felicidade ou até nem um nem outro, não existe universalidade neste sentido do que o ser humano busca, pode ser simplesmente viver em cada momento com um “objetivo” diferente. Mas mesmo quando o que buscamos é inconstante, analisando o momento, todos buscamos algo, e o calculo descrito acima é para escolhermos o meio pelo qual vamos atingir esse “objetivo”. Pode acontecer também do objetivo permanecer e a escolha do “caminho” mudar.

            Existe nas ciências humanas uma perspectiva de que grande parte a sociedade não é capaz de escolher suas próprias regras de comportamento, devido a influencia da mídia, da educação etc.. Não existe individuo que não tenha sido moldado pela sociedade, nem o “ser critico”, nem o “alienado”. Aí eu penso, mas o alienado nem sempre (na maioria das vezes), na sua subjetividade não se julga alienado, essa é uma característica que lhe é imposta pelos que se julgam críticos. E quem são os “críticos” para dizer o que passa ou não na subjetividade desses indivíduos? Como podemos dizer que ele não fez escolhas? A pessoa que não é capaz de escolher deve ser educada para isso? Mas a educação hoje em dia não é uma fonte de alienação? Por que a academia das ciências humanas não?

            È possível através de pesquisa observar quais regras cada um escolheu para seguir em um determinado momento. Mas não é possível afirmar que essas regras lhe foram imposta pela sociedade sem passarem pelo “filtro” do sujeito, ou que o sujeito não tenha um “filtro”.

Escrito por Cibele Vieira às 14h46
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Cibele Vieira

 

Assino para me expor
Assino em nome da subjetividade
Assino porque sou eu é meu
Sou construção social
Minha obra é uma construção social subjetiva
Realidade via Cibele
Percepção universal, só conheço meu universo
Escrevo outros se identificam
Escrevem, elogiam criticam entendem
Experiência empírica do caráter universal de uma obra
Bem alguns não entendem da mesma maneira
Bem cada um entende da sua maneira
Bem caráter universal da relatividade
Subjetividade
Assino : Cibele Vieira
Contextualizo: 11/10/2004


Escrito por Cibele Vieira às 10h13
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Sentimentos me transformam em uma poeta melancolica
Não procuro mais a lógica no mundo
Enxergo com os olhos de lágrimas
Choro com os raios de sol fragmentado pelas nuvens
Cena de um dia feliz
Dia feliz solitário
Encontro respostas na minha solidão
Respostas que aumentam meu sofrer
Cadê você?
Minha religião é o amor
Minha ideologia paixão
Feitiche coração
Mercadoria relação
HAHAHAHA quanta besteira!  
 
Cibele 11/10


Escrito por Cibele Vieira às 10h03
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Poema

Faz tempo, mas o tempo não esquece
De em tempos te trazer de volta
De volta no meu coração
Solidão acompanhada por sua memória
Vê se volta
Comigo para além
Aquém
 
Cibele Vieira  11/10
 
em alguns poemas eu não estou escrevendo nada sobre o que me inspirou porque o que inspirou é o sentimento que procurei transmitir no próprio poema.


Escrito por Cibele Vieira às 09h38
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Eu fiquei pensando em escrever algo para colocar junto com essa imagem, mas acho que ela já diz o bastante...

Não vou blogar um texto aqui, mas farei comentário, acho que assim as pessoas que quizerem ter uma interpretação mais livre, menos inviesada, poderam fazer isso mais facilmente.

 

 



Escrito por Cibele Vieira às 11h28
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Faz tempo que não escrevo

Os anseios são tantos que não tenho mais tempo

O que fazer se esse tempo é perdido

Tão bem aproveitado que cansa

Vida cansada, meio vivida

Cadê aqueles que me causavam prazer

A desilusão no mundo está na interpretação que fazem deste

O que compreendo na opinião dos outros me causa desprezo

Desprezo que me isola cada vez mais

Será que sou eu que me afasto do sensível?

Abstraio demais através de uma ideologia subjetiva barata?

Bem...prefiro acreditar que não

Até onde minha “ilusão” se sustentar como real, triblo a possível depressão

Mas o confronto com outras percepções aumenta minha solidão.

 

 

Cibele Vieira

28/09/04

 



Escrito por Cibele Vieira às 11h32
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Procuramos a vida ou a morte?

Morte vida eterna

Procuramos o fim ou a continuidade?

A vida fim

Morte eternidade

A significação não é tão simples assim

Uma lógica invertida determina nossa existência

Sentimento oceânico através da ciência...

Objetiva ou subjetiva

Tanto faz já passou

Morri na obra de minha vida.

 

 

Cibele Vieira 11/06/04

 

O que me inspirou a escrever este poema foi uma conversa no bar do Paulão depois da aula com a Adriana e com o Rodrigo E.

Dá para imaginar o nível da conversa!!



Escrito por Cibele Vieira às 12h14
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Frase da Noite - 22/09/04

 

 



Escrito por Cibele Vieira às 09h29
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Essa é uma das minhas "obras" favorita - espero que gostem. Foi escrito acho que em 99

                                                          Mito da Ilusão

          

Um certo dia, no começo dos tempos, o Vazio teve um lindo filho com sua esposa Nada que morreu logo após o parto. Vazio chamou seu filho de Universo e o culpou pela morte de Nada. Universo foi abandonado por Vazio e nunca soube sua origem já que se encontrava sozinho desde criança.

            Universo cresce e conhece Energia com quem se casa e tem nove filhos. Terra sua terceira filha foi a que mais lhe agradou recebendo assim um presente: uma peça de roupa chamada Vida.

            Vida era uma roupa interessante porque mudava sua aparência freqüentemente. Terra adorou seu presente e o vestiu no mesmo instante.

            Logo Universo morre. Vida que misteriosamente parece ter vontade própria para consolar Terra, formou uma imagem de aparência igual a do

Vazio. Terra não sabia da existência de seu avô, mas se sentiu protegida pela

aquela imagem que agora estava vestindo e começou a louvá-la como sua protetora, se esquecendo que não passava de um presente.

 

 

Eu tava na aula de biologia no terceiro colegial quando eu escrevi esse texto. As aulas rendiam muitos poemas e textos naquela época, só que não tinham muito haver com a matéria que o professor estava ensinando.



Escrito por Cibele Vieira às 13h09
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Pessoal de Taubaté

 

Esta foto foi tirada em Taubaté. Eu não tenho visto muito esse pessoal, de vez enquanto eu tipo uma vez por ano eu falo com o Richer, que é o rapaz sem camisa, ele é muito amigo meu, mesmo sem a gente se falar, ele foi namorado da Má e nós ficamos muito próximos por conta talvez também dos momentos difíceis que passamos. O rapaz de no meio do sofá é o Junior um outro grande amigo meu, mas nós nos distanciamos muito, o que é uma pena. Quando eu vou para Taubaté vou na casa dele, mas falo mais como Lelê que é irmão dele. A garota é a Mazinha, minha irmã. Abraçado com ela é o Luizinho, ele estava sempre com a gente mas já faz um tempo que ele sumiu...

Quem tiver noticias favor faça comentários principalmente para eu ter notícias dessas pessoas mesmo que seja de maneira indireta.

 



Escrito por Cibele Vieira às 12h49
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Pele Corroída

 

Sempre que você mais precisa se encontra só

Em certos momentos se afasta e o afastam mais e mais

Ninguém o resgata

O abismo corrói e destrói tudo que foi construído ao seu redor

Como fazer para tampar o buraco do meio do nada

Tolos que acreditam em sentimentos eternos

Como fazer se o coração acredita nas mentiras?

Se arranha, corta, cicatriza pelos outros enquanto dentro há hemorragia

Como procurar um amigo que deveria estar lhe apoiando?

Estão preocupados com as festas e não percebem o que esta se passando

Em minha casa colocarei ratoeiras

Voltem para seus buracos de onde nunca deveriam ter saído

Sentem o cheiro do queijo mais não o do perigo

Cuidado! Vá ao oculista

Há algo em seus olhos que transforma sua realidade e a isola cada vez mais da minha

Cadê para onde foram as almas perdidas?

Pensam que encontraram o caminho sendo cada vez mais egoístas

Egoísmo egocêntrico que não vê no próximo a saída

Cada um por si

Olho por olho...

Que se foda este jogo!

Meu olho não é o mesmo que o seu

Mesmo se as regras forem às mesmas as peças não são

Meu xadrez não é quadriculado

Na escuridão em que me encontro as estrelas são mais belas

E a lua cheia ilumina os passos em círculos no pátio

Não importa quantos amigos

Ninguém sentirá na pele

Na pele corroída...

 

 

 

O que me inspirou escrever este poema foi a minha vida...vira e mexe eu me sinto assim.

- Assim como?

Como única, mas o mesmo tempo sei q sou e não sou, mas mesmo assim sozinha.

 



Escrito por Cibele Vieira às 12h31
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Ideal...

                                 ...

Escrito por Cibele Vieira às 17h02
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